quinta-feira, 3 de junho de 2010

Aqui eu espero...

Está ideologia relutante
enaltece o meu ser,
Eu não sei o que é viver,
Apenas sobrevivo nesse mundo.
Meu cigarro me mata lentamente,
Quero uma morte rápida, sem dor,
Mas o coração,
eis forma de vida ridícula,
Nos obriga, nós a raça humana
ao sofrimento que nos foi reservado.
Punhado de felicidade, distante,
perdido no tempo, caída no esquecimento.
Perdido em um quarto escuro,
eu espero que volte,
abra a porta,
e me salve desta tormenta relutante.

sexta-feira, 9 de abril de 2010





Se você, quiser,
Desafiar seus inimigos,
Andar no escuro,
Percorrer longas distâncias,
Conhecer o desconhecido,
Saiba, que,
Eu não farei isso por você,
Mas,
Te apoiarei no que decidir fazer,
Te acompanharei aonde você for,
Estarei lá, segurando na sua mão.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Me sinto só.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma vontade gritar

Sabe quando você convive com alguém que você não gosta. Mas essa mesma pessoa faz parte de forma direta da sua vida e você sabe que se essa pessoa sumir ou morrer, se ela não mais existir, que seu mundo vai desmoronar.

Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
Descobrir que o cancêr que meu Pai havia lutado e vencido a quase cinco anos, voltou. Sabe é meio complicado, nunca nos damos bem, mas... Só não quero que o pior aconteça. Ele é meu Pai... Não é porque eu não gostava dele que vou querer ele morto. Minha vida já é um colapso e eu não sei mais o que fazer. Eu sinto vontade de gritar, de desistir de tudo, de dormir e nunca mais acordar, sabe porque que fugir dos problemas é mais fácil que enfrenta-los.
Ele se recusa a cooperar, como se não houvesse mais batalhas a vencer e estivesse na hora de se entrega, mais não é assim enquanto houver vida haverá esperança, haverá um motivo para se lutar, para ser feliz.
Passamos boa parte separados, uma infância reduzida a meras visitas, que para crianças não é o suficiente. E não é porque não nos damos bem que eu vou negar o fato que de um dia amei meu Pai, ou negar o fato de que tudo poderia ter sido diferente, ou mesmo negar o fato de que sentirei falta das silenciosas noites de domingo que são preenchidas com o som de uma moto vermelha, trazendo de volta o Pai não que muitos esperam, mas que quatro pessoas esperam, muitas vezes na madrugada.

Ao Pai que nunca tive, mas que continua sendo o melhor. Eu te amo.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Um quase sonho

Certa vez eu estava ouvindo a rádio, e quando já estava quase pegando no sono, começou a tocar uma música francesa. La Bohème, do cantor francês Charles Aznavour. No mesmo instante enlouqueci me sentir na França, mais exatamente em Paris, eu estava sentando em um bar, a margem do rio Siena. Estava bebendo cerveja e admirando as estrelas no céu. Deitado na cama do deu meu quarto eu pode sentir na minha boca o gosto da cerveja, e com os olhos fechados ver as estrelas do céu de Paris. Foi muito perfeito este sonho, uma pena que foi apenas um sonho, apenas mais um.