Esta é uma adptação da música Jesse, cantanda por Ivri Lider. Versão em português.
Eu amo um menino chamado Bruno
Mas Bruno não me ama
Ele diz que ele tem uma menina chamada Érica que ele quer tanto.
Eu amo um menino chamado Bruno
Mas Bruno não me ama
Ele diz que ele é inseguro sobre o que ele sente e o que ele quer
(O que ele sente e o que ele quer)
Mas toda hora que ele sorri pra mim
Eu sei que nós somos o mesmo
E que ele mudará o mundo dele por mim
Se ele há pouco soubesse meu nome
Não há necessidade de você dizer que viu a vida que eles escolheram para mim
Para mim
Eu amei um menino chamado Bruno
Mas Bruno não me ama
Ele quer beijar e ir para cama mas ele não quer Bruno
Eu amei um menino chamado Bruno
Mas Bruno não me ama
Ele diz que a fé dele e tudo aquilo material só está em minha mente
Só em minha mente
Todo o que eu esconder
Eu estou fazendo bem
Mas toda hora que ele sorri pra mim eu sei que nós somos o mesmo
e irá, ele vai, ele muda o mundo dele por mim
Se ele há pouco soubesse meu nome
Não há necessidade de você dizer que viu a vida que eles escolheram para mim
Para mim
Eu amo um menino nomeado Bruno
Mas Bruno não me ama
Ele diz que ele tem uma menina chamada Érica que ele quer tanto
Eu amo um menino chamado Bruno
Mas Bruno não me ama
Ele diz que ele é inseguro sobre o que ele sente e o que ele quer.
(Ele sente e o que ele quer)
Não haveria sonho maior do ter a certeza de que um dia ira me amar.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Aqui eu espero...
Está ideologia relutante
enaltece o meu ser,
Eu não sei o que é viver,
Apenas sobrevivo nesse mundo.
Meu cigarro me mata lentamente,
Quero uma morte rápida, sem dor,
Mas o coração,
eis forma de vida ridícula,
Nos obriga, nós a raça humana
ao sofrimento que nos foi reservado.
Punhado de felicidade, distante,
perdido no tempo, caída no esquecimento.
Perdido em um quarto escuro,
eu espero que volte,
abra a porta,
e me salve desta tormenta relutante.
enaltece o meu ser,
Eu não sei o que é viver,
Apenas sobrevivo nesse mundo.
Meu cigarro me mata lentamente,
Quero uma morte rápida, sem dor,
Mas o coração,
eis forma de vida ridícula,
Nos obriga, nós a raça humana
ao sofrimento que nos foi reservado.
Punhado de felicidade, distante,
perdido no tempo, caída no esquecimento.
Perdido em um quarto escuro,
eu espero que volte,
abra a porta,
e me salve desta tormenta relutante.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Uma vontade gritar
Sabe quando você convive com alguém que você não gosta. Mas essa mesma pessoa faz parte de forma direta da sua vida e você sabe que se essa pessoa sumir ou morrer, se ela não mais existir, que seu mundo vai desmoronar.
Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
Descobrir que o cancêr que meu Pai havia lutado e vencido a quase cinco anos, voltou. Sabe é meio complicado, nunca nos damos bem, mas... Só não quero que o pior aconteça. Ele é meu Pai... Não é porque eu não gostava dele que vou querer ele morto. Minha vida já é um colapso e eu não sei mais o que fazer. Eu sinto vontade de gritar, de desistir de tudo, de dormir e nunca mais acordar, sabe porque que fugir dos problemas é mais fácil que enfrenta-los.
Ele se recusa a cooperar, como se não houvesse mais batalhas a vencer e estivesse na hora de se entrega, mais não é assim enquanto houver vida haverá esperança, haverá um motivo para se lutar, para ser feliz.
Passamos boa parte separados, uma infância reduzida a meras visitas, que para crianças não é o suficiente. E não é porque não nos damos bem que eu vou negar o fato que de um dia amei meu Pai, ou negar o fato de que tudo poderia ter sido diferente, ou mesmo negar o fato de que sentirei falta das silenciosas noites de domingo que são preenchidas com o som de uma moto vermelha, trazendo de volta o Pai não que muitos esperam, mas que quatro pessoas esperam, muitas vezes na madrugada.
Ao Pai que nunca tive, mas que continua sendo o melhor. Eu te amo.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Um quase sonho
Certa vez eu estava ouvindo a rádio, e quando já estava quase pegando no sono, começou a tocar uma música francesa. La Bohème, do cantor francês Charles Aznavour. No mesmo instante enlouqueci me sentir na França, mais exatamente em Paris, eu estava sentando em um bar, a margem do rio Siena. Estava bebendo cerveja e admirando as estrelas no céu. Deitado na cama do deu meu quarto eu pode sentir na minha boca o gosto da cerveja, e com os olhos fechados ver as estrelas do céu de Paris. Foi muito perfeito este sonho, uma pena que foi apenas um sonho, apenas mais um.
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